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"Sou podre até a alma..."

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O filme mais esperado da Disney em 2015 estreou no Brasil dia 16 de agosto (domingo). O filme se chama Descendentes. Na história podemos ver os filhos dos vilões mais perigosos das histórias de contos de fadas, que estudarão na escola de Auradon e terão que escolher entre seguir os passos dos seus pais ou seguir seus corações. Antes de começar a falar dos filhos dos vilões, falarei sobre como eles sairam da Ilha Perdida. Em Auradon o filho da Bella e da Fera, o lindo Ben, está prestes a ser coroado rei, e como sua primeira proclamação, ele quer que as crianças da Ilha dos Perdidos tenham a chance de viver em Auradon. Adam não gosta nem um pouco da ideia dos filhos dos seus inimigos viverem junto com eles, mas Bela diz que se ela deu uma segunda chance a ele, ele deveria dar uma chance aos filhos dos vilões. Ao perguntarem quais os filhos dos vilões Ben escolheu, ele responde: Cruella De Vil, Javar, a Rainha Má e Malévola.
Enquanto isso na Ilha dos Perdidos, Mal, filha da Malévola, Jay, filho do Jafar, Evie, filha da Rainha Má e Carlos, filho da Cruella De Vil, espalham maldade pela ilha. Malévola encontra os quatro e dá a grande notícia sobre eles irem para uma escola diferente. Todos piram com a notícia, Mal diz que não quer ir pois é "entupida"de princesinhas cor-de-rosa; Jay não aceita usar uniformes e Carlos não gosta do fato de lá ter cachorros. Seus pais os obrigam a ir e Malévola faz com que eles sigam seu plano de roubar a varinha mágica da Fada Madrinha da Cinderela para libertar todos os vilões da ilha. Uma linda limusine busca as crianças para leva-las para a escola de Auradon.  

ENROLADOS: "Eu tenho sim, um sonho sim..."

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"E até meus erros me levaram até você, por isso eu erraria e faria tudo de novo."


Atenção: Esta postagem contém spoilers!

Hoje venho falar de um dos meus filmes preferidos: Enrolados. Este conto de fadas envolvente, cativante e maravilhoso. Uma nova versão de Rapunzel, personagem que a maioria das pessoas conhece. A jovem de longos cabelos cor de ouro que é aprisionada por uma bruxa no alto de uma torre. Neste novo filme da Disney, Rapunzel ganha uma nova versão.
Antes de falar da história do filme, abro um parênteses para falar sobre a dublagem brasileira de Flynn Rider, um dos personagens principais. Confesso um pouco de preconceito antes de assistir ao filme. Dizia: "O Luciano Huck não tem voz de príncipe... Não combinou!". Mas depois de assistir ao filme me dei conta de que o personagem dublado por ele não é exatamente um príncipe. Ao contrário de muitas opiniões, achei que o Luciano fez um ótimo trabalho, para quem não é dublador. Ele não faz parte desse mundo de atuação e dublagem, e mesmo assim conseguiu dar ao Flynn Rider uma voz descontraída, em um tom despreocupado e até descolado, características do personagem.

"Brilha linda flor,
Seu poder venceu,
Tráz de volta já
O que uma vez foi meu..." ♪
Bom. "A história começa com um sol." Há muitos anos um único raio de sol caiu em algum lugar da Terra, dando origem a uma flor dourada mágica. Ela tinha o poder de curar os doentes e feridos. Após alguns anos, ali surgiu um reino governado por um rei e uma rainha que eram muito queridos por todos que lá viviam. A rainha estava esperando um bebê, mas ela ficou doente e corria risco de vida. A lenda da flor dourada fez com que muitos soldados do reino fossem atrás da tal flor. E a encontraram, para o azar da mamãe Gothel, uma senhora que usava a magia da flor dourada para seu rejuvenescimento. Bastava apenas ela cantar uma canção à flor.
Rapunzel observava as luzes
flutuantes sonhando em um
dia vê-las pessoalmente
A magia da flor dourada curou a rainha e uma linda criança nasceu, a Rapunzel. Para comemorar seu nascimento o rei e a rainha lançaram ao céu uma lanterna iluminada. A Mamãe Gothel havia descoberto uma nova fonte da juventude: os cabelos da princesa. Um ponto muito forte da história, pois já que era preciso uma parte do corpo que se manifestasse a magia da flor, nada mais pertinente que essa parte fosse o cabelo, símbolo da Rapunzel.
Um dia a Mamãe Gothel invade o castelo e corta um pedaço do cabelo da menina, pedaço este que escurece e perde o poder. Não vendo opção, ela leva a criança embora, aprisionando-a em uma torre e a escondendo. Todos os anos, no aniversário da princesa, o rei e a rainha soltavam no céu muitas lanternas iluminadas, na esperança de que um dia a princesa desaparecida voltasse. Todos os anos Rapunzel olhava do alto da torre aquelas luzes flutuantes e tinha o grande sonho de vê-las pessoalmente. Porém, sua "mãe" não permitia a sua saída da torre em nenhum momento, alegando que fazia isso para sua própria proteção do mundo cruel que havia fora da torre, afinal ela era sua mãe, e sabia mais. A jovem vive então na torre com seu único companheiro - Pascal, um camaleão -, fazendo suas atividades diárias, e olhando pela janela, a única maneira de ver o mundo exterior.


MALÉVOLA: Vilã ou Mocinha?

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Fiquei muitíssimo entusiasmada quando vi a chamada deste novo filme da Angelina Jolie. Sempre fui uma amante da Disney, e nos últimos tempos vi várias adaptações dos seus filmes infantis em filmes mais adultos, onde cada personagem era realmente interpretado por um ator. Foi assim com Branca de Neve, A Bela e a Fera, e até João e Maria. Quando vi a chamada de Malévola nos cinemas pensei: "Poxa, finalmente!" A Bela Adormecida é um dos filmes que marcaram a minha infância. Eu sabia que esse filme seria o máximo, mas não esperava que me surpreendesse tanto. Fui assistir duas vezes, e afirmo com absoluta certeza de que foi um dos melhores filmes que eu já assisti. A história começa relatando a rivalidade entre humanos e moors, estes, povo protegido por Malévola. Um dia um humano chamado Stefan vai até o reino vizinho e rouba uma pedra preciosa. A pedido de Malévola - que também era uma criança - ele devolve a pedra e os dois tornam-se amigos. Mas como diz a própria narração do filme, Stefan, que tinha a intenção de roubar uma pedra, acabou roubando algo muito mais precioso: o coração de Malévola.

"Alguns infinitos são maiores que outros"

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Fiquei durante dias pensando sobre o que seria a minha primeira postagem. Pensei: "Tem de ser sobre algo especial, algo realmente especial." E por mais que tentasse ampliar minhas opções, meus pensamentos só se voltavam para uma coisa: "A Culpa é das Estrelas". Mas que clichê, não? Quantas páginas e blogs têm voltado suas atenções à essa estória? Grande parte deles. Porém vim falar especialmente sobre uma frase desse livro, aquela frase que muitos começaram a usar, mas poucos conhecem a sua verdadeira essência. "Alguns infinitos são maiores que outros." O que isso significa? Para início de conversa: Hazel Grace Lancaster é uma adolescente prestes a completar 17 anos, que foi diagnosticada aos 13 com câncer. Se mantém viva graças à uma droga experimental. Obrigada pelos pais, ela começa a frequentar um grupo cristão de apoio às pessoas com câncer. Lá, ela conhece Augustus Waters. Cada um tem uma visão diferente sobre a doença, mas, apesar das diferenças, os dois se apaixonam e fazem de um curto período de tempo o seu infinito. ()
Tive o prazer de devorar esse livro, e em meio a leitura encontrei a tal frase. No momento em que a li, juntamente com a sua explicação no livro, vários pensamentos desordenados começaram a se ajustar dentro de mim e muita coisa fez sentido. Algo que sempre esteve presente, mas nada até então conseguia explicar. A nossa vida se passa normalmente, vivemos de rotina, de mesmice, muitas vezes desejando algo diferente, especial. Então, por um motivo desconhecido, passamos por uma situação realmente extraordinária, pela qual não estávamos esperando, um momento realmente marcante - ganhar um presente, fazer uma viagem, dar risada com os amigos, sentir a adrenalina de uma montanha-russa, o toque de um beijo, o calor de um abraço, seja o que for -, algo nos deixa muito feliz e em uma paz de espírito indescritível. No momento do acontecimento o infinito se faz presente. Você pode ter vivido muitos anos, mas nada do que viveu se compara àquele momento. Aí a essência da frase: Você sempre irá lembrá-lo, estará sempre presente em sua mente, em sua memória, em seu coração. Portanto, ele se tornou infinito, quer você queira ou não. Aquele momento infinito se tornou maior do que qualquer outra coisa. Se tornou muito maior do que tudo o que você já viveu. Não podemos fugir disso. Você passou/passa/passará por vários momentos de sua vida. Mas um infinito sempre será maior que o outro.



POSTADO POR: IOLANDA CABRAL